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Há muito tempo, em um reino muito, muito distante, três garotos nasceram, filhos de um lenhador e de uma Dançarina de CHA-CHA-CHÁ, receberam os nomes de Rodrigo - o príncipe escandinavo, Marcelo - gostoso como marmelo e Marconato - o mais Belo... Os Três irmãos, cresceram em inteligência, em dimensões variadas, e logo se tornaram referência, cada qual em sua área, Marcelo – o biólogo, Rodrigo – o sociólogo e Marconato – o físico... e que físico!... E todos tornaram-se ponto de referência pelas ruas onde passavam (sempre que alguém pedia indicações de lugar, logo diziam, dobre a rua logo após aqueles gordinhos ali!). Um dia eles foram vistos juntos a tocar violinos, e claro foram chamados para o estrelato!
Esta é a única foto daquela época:
Paquito
(Rodrigo) ![]() Sou Rodrigo Sigoli
Ferro, o Paquito, Sociólogo e Geógrafo licenciado, tenho uma
larga experiência de 10 anos de docência em cursinhos
pré-vestibulares, além de ensino médio e fundamental em
escolas da rede particular de ensino. Meus Posts
Marcelo Pavani é biólogo. Formou-se em 2001 pela Universidade de São Paulo.
Durante a graduação desenvolveu trabalhos de iniciação científica sobre aspectos
teóricos da Cladística, incluindo o desenvolvimento de modelos matemáticos para
a compreensão de problemas de “missing entries”. Envolveu-se também em estudos
relacionados à sistemática de Cnidaria (Hydrozoa), além de estudos de
levantamento de fauna cavernícola, sempre sob orientação do Prof. Dr. Antonio
Carlos Marques (IB-USP). Atualmente se dedica ao ensino de Biologia em diversos
níveis, mas tem especial predileção pelo Ensino Médio e Pré-vestibular. ![]() Física Meus Posts ![]() História Meus Posts ![]() Química Meus Posts |
sexta-feira, 12 de junho de 2009 A TECTÓNICA DE PLACAS por Rodrigo Sigoli Ferro No inicio tudo era energia, que ao se expandir e, possivelmente desacelerar, segundo Einstein, tenha dado origem à matéria. Nosso planeta então, assim como quase todas as estrutura do universo tornou-se um misto de matéria e energia em profunda transformação. O magma, nossa substância base, advém desta transformação de energia em matéria. Nossos elementos químicos mais básicos provavelmente se formaram compondo conjuntamente nossa substancia original. A plena e contínua reação física induziu o planeta a liberar gases, que primeiramente serviram de abafadores, levando a formação de nossa crosta terrestre.. É nesse ponto que temos a nossa primeira formação rochosa, a magmática cristalina em conjunto com a magmática metamórfica, que hoje pode ser diretamente associada aos planaltos cristalinos ou às montanhas (dobramentos) antigas que se originaram na era pré-cambriana, a partir da solidificação disforme da crosta terrestre. . Essas formações rochosas, as rochas cristalinas, apresentam-se sob a forma maciça, e foram consolidadas uniformemente, dando origem a rocha matriz de nossa litosfera (crosta terrestre). É claro que mesmo após essa consolidação superficial, a rocha liquida magmática que ficou interiorizada, manteve suas reações físico-químicas, e constantemente passaram a exercer forças internas de “explosão” (forças epirogênicas), que foram decisivas para a ruptura da crosta em pedaços conhecidos como placas tectônicas. Foi nesta era pré-cambriana que, seja a partir de rações físico-químicas, seja a partir da entrada de rochas de gelo vindas do universo que nossa atmosfera ficou saturada de umidade, e esta ao se precipitar após uma era de resfriamento deu origem ao rios, lagos, água subterrânea e ao Panthalassa, nosso oceano único que envolvia nosso também único continente o Pangéa. ![]() Enfim, com a epírogenese, e com forças externas gravitacionais, nossa crosta, tão fina quanto uma casca de ovo, logicamente se mantida as proporções, rompeu-se dando origem as tais placas tectônicas. Aliás se quisermos aprofundar neste assunto então veremos que:
Quando então chegamos a esse ponto, assumindo a gênese das rupturas da crosta, temos necessariamente que partir para o entendimento das forças orogênicas. Estas não são nada mais nada menos do que forças internas geradas a partir da parte magmática cremosa do planeta, o Manto, e que segue leis físicas de expansão e retração da matéria, onde segundo a temperatura, o magma sobe ao se expandir (quando quente) e desce ao se retrair (quando mais frio). Tal comportamento do manto gera um fenômeno chamado células de convecção magmáticas que dão origem a epirogênse e à orogênese. A primeira gerada em áreas de subida de magma e a segunda em zonas de subducção (decida de material magmático: Vejamos o exemplo: ![]() Fonte: Material Uno – Demétrio Magnoli – ed. Moderna No esquema acima aparece as estruturas internas do planeta e as células de convecção que serão melhor entendidas com o esquema a seguir: Zona de subducçãoFonte: Geografia geral – Eustáquio de Sene – Ed. Scipione Reparemos que pela lógica, se em um dado lugar as forças epirogênicas ascendentes tentam explodir o planeta, lançando a crosta para o alto, ao mesmo tempo, a atmosfera opõe-se a essa força causando um equilíbrio newtoniano, e por inércia vetorial, surge o deslocamento horizontal da placa conhecido como orogênese. É esta forma que leva ao impacto e separação das placas tectônicas, processo conhecido como “deriva das placas”. “A teoria da tectônica de placas parte do pressuposto de que a camada mais A teoria da deriva das placas data de muito tempo. A ciência geológica, através de seu mais nomeados pesquisadores suspeitavam que os continentes não mantinham uma posição fixa, e que se moviam uns em relação aos outros. Esta idéia foi mencionada inicialmente em 1596, por um cartógrafo holandês, denominado Abraham Ortelius, que apresentou essa idéia no seu trabalho Thesaurus Geographicus, onde ele, pela primeira vez sugeriu que a América estariam se afastando da África e Europa, e a causa disso seriam os terremotos e as marés-cheias, estas que empurrariam os continentes como se fossem barcos.
Essa idéia permaneceu assolando a ciência durante séculos e ressurgiu em 1858 através do geógrafo Antonio Snider-Pellegrini. Que desenhou desenhou dois mapas mostrando como, na sua opinião, a América e a África tinham estado juntas, tendo-se separado posteriormente. Mapas produzidos por Antonio Snider-Pellegrini em 1858 mostrando a forma como, na sua interpretação, os continentes tinham estado unidos. Entretanto, foi só em 1912 que a noção de que os continentes se moviam tornou-se teoria científica, conhecida até hoje como Teoria da Deriva Continental Foram dois artigos do meteorologista alemão Alfred Lothar Wegener, que deram a comprovação cientifica para essa teoria pois atribuíram embasamento teórico apresentando evidências geológicas, paleontológicas e geométricas. Vejamos o mapa que foi construído a partir destas conjecturas:![]() Tal teoria foi manifesta a partir do seguinte ponto de vista:
Marcadores: Paquito postado às 10:10 por: Paquito
quinta-feira, 14 de agosto de 2008 Olá pessoal, finalmente estou de volta! * Novos posts aqui e no Blog do Paquito ! Confiram! * Estou também dando boas vindas a nossos novos professores DDDs: * Débora Professora de Lingua Portuguesa Seja bem vinda! * Jefferson (Jefão) Professor de Eletônica e Física Seja bem vindo! * Sonia Professora de Inglês Seja bem vinda! * Dierder Professor de História Seja bem vindo! * Marcadores: Paquito postado às 00:01 por: Paquito
quarta-feira, 13 de agosto de 2008 Ossétia do Sul, Geórgia e Rússia O conflito entre Geórgia e Ossétia do Sul começou em 1922, quando Josef Stalin (1879-1953) transformou a região separatista em Região Autônoma da República Socialista Soviética da Geórgia e deu à área a planície adjacente, incluindo Tskhinvali, habitada principalmente por georgianos. Arte/Folha Online Em 10 de novembro de 1989, o Congresso de Deputados Populares da região proclamou sua conversão em República Autônoma (dentro da Geórgia), decisão que o Parlamento georgiano declarou inconstitucional. No ano seguinte, em 20 de setembro, os deputados proclamaram a soberania e a criação da República da Ossétia do Sul. No início dos anos 90, a República proclamou sua independência da Geórgia em um acordo de paz que, contudo, não evitou o país de manter tropas na região. A Rússia, que intermediou acordos de cessar-fogo, tem mantido negociadores de paz na região para garantir a soberania da Ossétia do Sul. Escalada Toda a tensão entre Ossétia do Sul, Rússia e Geórgia ganhou força depois da Revolução Rosa, que levou Mikhail Saakashvili à Presidência da Geórgia, em janeiro de 2004. Saakashvili, aliado dos Estados Unidos, prometeu reconstruir o país e aproximá-lo do Ocidente, o que irritou a Rússia. Nos últimos anos, o presidente geórgio tem acusado a Rússia de apoiar as regiões para sabotar o seu governo. Moscou nega as alegações. Em 2006, o parlamento da Geórgia acusou a Rússia de tentar anexar as regiões, e Saakashvili chegou a levar a denúncia às Nações Unidas. Na Geórgia, além dos conflitos com os separatistas, a violência interna tem crescido devido às condições econômicas da região, em declínio desde o colapso da União Soviética em 1991. Fonte: Folha de São Paulo 12/08/2008 - 12h10 Geórgia anuncia que deixará a Comunidade dos Estados Independentes da Efe, em Tbilisida O presidente da Geórgia, Mikhail Saakashvili, anunciou nesta terça-feira que seu país está saindo da Comunidade dos Estados Independentes (CEI) --aliança das ex-repúblicas soviéticas, dominada pela Rússia. O chefe do Estado fez o anúncio durante uma manifestação na capital georgiana, na qual pediu a outros países, entre eles a Ucrânia, que sigam o exemplo de Tbilisi. A CEI reúne a Rússia e outras 11 repúblicas da extinta União Soviética, incluindo a Geórgia, desde 1994. "A Geórgia é o brilhante mais prezado da coroa do império russo. Se cairmos, haverá problemas para todo o mundo civilizado. Estamos na primeira linha. Depois de nós, cairão a Ucrânia e os países bálticos", disse Saakashvili. O líder georgiano afirmou ainda que o que está ocorrendo entre a Geórgia e a Rússia é como o que ocorreu "entre Davi e Golias" e acrescentou: "Davi vencerá". "Enquanto estou falando, continua a aniquilação dos meus concidadãos pelos ocupantes russos. Estou em uma situação difícil", disse. "O que querem os russos em Tskhinvali (capital da Ossétia do Sul)? Arrasaram o lugar. Depois dos mongóis, eles não aprenderam nada. Não têm um grama de civilização. Não querem a liberdade da Geórgia. Querem esmagá-la", afirmou. "Em Kekhvi e em Tamarasheni (aldeias georgianas na Ossétia do Sul), os russos, por ordem do [primeiro-ministro Vladimir] Putin, estão criando campos de concentração. Estão criando uma nova Srebrenica", denunciou. O líder georgiano também disse que "Tskhinvali repete a sorte de Grozni (capital tchetchena)". A crise começou na última quinta-feira (7), quando a Geórgia, aliada próxima de Washington, enviou tropas para retomar a Ossétia do Sul, uma região aliada da Rússia que declarou sua independência em 1992. Moscou, que apóia a secessão do pequeno território, respondeu enviando tropas ao país vizinho. Saakashvili disse que, em Moscou, afirmam que no Exército georgiano há "americanos e ucranianos". "Digo que não. Em nosso Exército há abkhazes, ossetianos, ucranianos, russos étnicos. Eles defendiam sua pátria", afirmou. O presidente georgiano disse ainda que as Forças Armadas do país, com "meios primitivos, derrubaram 21 aviões russos e mataram mais de 400 intervencionistas". Dezenas de milhares de georgianos se reuniram hoje junto à sede do Parlamento da Geórgia. Durante seu discurso, Saakashvili não fez nenhuma menção ao anúncio do presidente russo, Dmitri Medvedev, de colocar fim hoje às ações militares no país. "A luta continua, e a Geórgia e a liberdade vencerão", concluiu o presidente georgiano. Os manifestantes cantaram o hino nacional georgiano. Fonte: Folha de São Paulo Marcadores: Paquito postado às 23:35 por: Paquito
quinta-feira, 3 de julho de 2008 Oi pessoal desculpem-me pelo sumiço!! Este post é quente!!! Ingrid Betancourt é libertada depois de 6 anos com as Farc BOGOTÁ - O Exército da Colômbia resgatou em segurança a ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt, três americanos e onze militares seqüestrados pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). A notícia foi anunciada no início desta quarta-feira, 2, o ministro da Defesa colombiano, Juan Manuel Santos. Horas depois, em Bogotá, Ingrid deu uma entrevista coletiva e classificou a operação como "um milagre". Os seqüestrados foram libertados após uma operação de infiltração na guerrilha na Colômbia. De acordo com o ministro, o Exército capturou os guerrilheiros que faziam um cordão de segurança na área de cativeiro dos seqüestrados. Esses rebeldes teriam convencido os demais a entregar os reféns. Ainda segundo as informações oficiais, o exército não precisou disparar nenhum tiro durante a operação. Ingrid Betancourt estava em poder das Farc havia seis anos. ção na guerrilha na Colômbia. De acordo com o ministro, o Exército capturou os guerrilheiros que faziam um cordão de segurança na área de cativeiro dos seqüestrados. Esses rebeldes teriam convencido os demais a entregar os reféns. Ainda segundo as informações oficiais, o exército não precisou disparar nenhum tiro durante a operação. Ingrid Betancourt estava em poder das Farc havia seis anos. Cronologia do seqüestro de Ingrid Betancourt Ex-refém franco-colombiana ficou seis anos em poder das Farc na selva colombiana
- 23/2/2002: Ingrid Betancourt é seqüestrada pelas Farc. Clara Rojas, sua assessora de campanha, também é levada pela guerrilha - 2006: Jornalista Jorge Enrique Botero revela em livro que Clara Rojas teve um filho no cativeiro. - 30/11/2007: Bogotá apresenta novas provas de vida de reféns, entre elas de Ingrid. - 10/1/2008: Farc libertam duas reféns, entre elas Clara Rojas. Marcadores: Paquito postado às 23:14 por: Paquito
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Como vão?
O Marcelo mais uma vez levantou uma questão muito interessante e útil. “Por favor, poste algumas informações sobre condições de existência de reações de dupla troca de sais...explicando como reconhecer um sal solúvel e um insolúvel no meio aquoso” Bom as regras não tem jeito, tem que decorar, alguns professores ensinam musiquinhas... se eu quisesse cantar não seria químico. Regras de solubilidade de sais em água:
Principais exceções:PbCl2, AgCl, CuCl e Hg2Cl2 insolúveis PbBr2, AgBr, CuBr e Hg2Br2 insolúveis PbI2, AgI, CuI, Hg2I2 e HgI2 insolúveis
Principais exceções:CaSO4, SrSO4, BaSO4 e PbSO4 insolúveis
Principais exceções:Sulfetos e hidróxidos dos metais alcalinos e de amônio solúveis Sulfetos e hidróxidos dos metais alcalino-terrosos solúveis
Exceções: Os sais dos metais alcalinos e de amônio são solúveis. Quanto a reação de dupla troca envolvendo sais a idéia é muito simples, só ocorrerá a reação se um dos produtos possíveis de serem formados for insolúve. Mais do que uma regra é uma questão de lógica. Se forem misturados dois sais solúveis em água, os quais formam produtos solúveis teremos: NaCl(s) + KNO3(S) → Na+(aq) + Cl-(aq) + K+(aq) + NO3-(aq) O que teremos é uma sopa de íons, não há reação. Porque não se formou nenhum outro composto diferente dos originais, a não ser pela formação dos íons. Agora, se um dos produtos for insolúvel haverá a troca de íons e a formação de um sal diferente dos originais. NaCl(s) + AgNO3(s) → Na+(aq) + NO3- (aq) + AgCl(s) Como o Cloreto de prata é insolúvel uma vez que ele se forma os íons cloreto e prata são retirados da solução e isto ocorrerá enquanto houver esses íons. Está caracterizada uma reação química. postado às 23:24 por: Emerson Aquino
domingo, 1 de junho de 2008 Em resposta a pergunta do Marcelo no post anterior: Quando o átomo central possui orbitais d vazios, pode ocorrer um fenômeno denominado de camada de valência expandida e esses orbitais d passam a ser utilizados. Podemos ter nestes casos, hibidização sp3d e sp3d2. No caso XeF4 a hibridização é do tipo sp3d2, onde temos quatro elétrons desemparelhados para se ligarem a 4 F e dois pares de elétrons sem ligação. Não acredito que no vestibular compliquem tanto assim. Marcadores: Emerson postado às 11:35 por: Emerson Aquino
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Segue os vídeos dos três tipos de hibridização
O orbital azul e esférico é o orbital s e os orbitais verdes em forma de bastonete são os orbitais p sp sp2 sp3 Marcadores: Emerson postado às 13:30 por: Emerson Aquino
Como vão meus amigos? Segue algo sobre a tão temida hibridização Hibridização ou Hibridação Hibridização sp Neste tipo de hibridização, utilizando o átomo de Be no BeF2 como exemplo, escrevemos o diagrama de orbitais para a formação de dois orbitais híbridos da seguinte forma:
Da mesma forma que os orbitais p, cada novo orbital formado, tem dois lobos. Porém, diferentemente dos orbitais atômicos p, um dos lobos é muito maior que o outro. Os dois novos orbitais têm a mesma forma, mas os lobos grandes orientam-se em direções opostas. Neste processo, criamos dois orbitais híbridos, formados pela mistura de dois orbitais atômicos. Aqui, hibridizamos um orbital s e um orbital p, desta forma, cada um dos dois orbitais resultantes é chamado orbital híbrido sp. A Figura abaixo mostra a forma destes orbitais:
Hibridização sp2 No nome dado aos orbitais híbridos sp2 (lê-se “sp dois”), os expoentes indicam quantos orbitais de cada tipo foram empregados, neste caso um orbital s e dois orbitais do tipo p. Note, que um dos orbitais atômicos não foi usado, assim ele permanece inalterado no átomo. Como podemos imaginar a forma para esses três orbitais. A figura abaixo apresenta como ficou o diagrama de orbitais além da representação espacial dos mesmos:
Verifica-se que este tipo de hibridização gera uma geometria trigonal planar, onde cada um dos ligantes irá interagir frontalmente com cada um dos orbitais sp2 formados. Desta forma uma possível representação para a molécula de BF3 é mostrada a seguir:
Equivalentemente podemos ter uma outra hibridização, na qual combina-se um orbital s e três orbitais p, gerando um total de quatro orbitais híbridos, conhecidos por sp3 (“sp três”).
Esta hibridização leva, sempre a uma geometria conhecida por geometria tetraédrica, assim qualquer molécula que tiver essa geometria é porque têm uma hibridização sp3, da mesma forma que qualquer molécula que tiver hibridização sp3 terá, necessariamente, geometria tetraédrica. Um exemplo de molécula com essa geometria é o metano (CH4). A figura abaixo mostra o diagrama de orbitais do carbono isolado, após a hibridização, e a representação espacial da molécula:
Marcadores: Emerson postado às 11:02 por: Emerson Aquino
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