Os DDD's
 

Há muito tempo, em um reino muito, muito distante, três garotos nasceram, filhos de um lenhador e de uma Dançarina de CHA-CHA-CHÁ, receberam os nomes de Rodrigo - o príncipe escandinavo, Marcelo - gostoso como marmelo e Marconato - o mais Belo... Os Três irmãos, cresceram em inteligência, em dimensões variadas, e logo se tornaram referência, cada qual em sua área, Marcelo – o biólogo, Rodrigo – o sociólogo e Marconato – o físico... e que físico!... E todos tornaram-se ponto de referência pelas ruas onde passavam (sempre que alguém pedia indicações de lugar, logo diziam, dobre a rua logo após aqueles gordinhos ali!). Um dia eles foram vistos juntos a tocar violinos, e claro foram chamados para o estrelato!

Esta é a única foto daquela época: 



Hoje, já adultos e ainda mais belos e corpulentos formam uma família rica e feliz.
Dizem que eles montaram um grande negócio em Capivari, mas certo mesmo é o fato de que eles são os DDDs.
D de dionísicos, D de destinados a fama e D de diabinhos quase másculos! Aliás eles agora além de dar... aulas, postam aqui neste blog...:)



Paquito
(Rodrigo)


 

Sou Rodrigo Sigoli Ferro, o Paquito, Sociólogo e Geógrafo licenciado, tenho uma larga experiência de 10 anos de docência em cursinhos pré-vestibulares, além de ensino médio e fundamental em escolas da rede particular de ensino.
Sou formado pela UNICAMP desde 2000. Durante a minha graduação desenvolvi trabalhos de Monografia sobre as relações políticas individuais na esfera virtual da rede mundial de computadores.
Licenciado em ciências políticas pela UNICAMP, tive razoável participação no movimento político jovem da cidade de Campinas na década de 1990.
Atualmente sou Professor de Sociologia e Geografia para o Ensino Médio e Pré-vestibular em 3 das maiores escolas da Região de Americana-SP.


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Marcelo Pavani é biólogo. Formou-se em 2001 pela Universidade de São Paulo. Durante a graduação desenvolveu trabalhos de iniciação científica sobre aspectos teóricos da Cladística, incluindo o desenvolvimento de modelos matemáticos para a compreensão de problemas de “missing entries”. Envolveu-se também em estudos relacionados à sistemática de Cnidaria (Hydrozoa), além de estudos de levantamento de fauna cavernícola, sempre sob orientação do Prof. Dr. Antonio Carlos Marques (IB-USP). Atualmente se dedica ao ensino de Biologia em diversos níveis, mas tem especial predileção pelo Ensino Médio e Pré-vestibular.

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sexta-feira, 12 de junho de 2009

A TECTÓNICA DE PLACAS por Rodrigo Sigoli Ferro


No inicio tudo era energia, que ao se expandir e, possivelmente desacelerar, segundo Einstein, tenha dado origem à matéria. Nosso planeta então, assim como quase todas as estrutura do universo tornou-se um misto de matéria e energia em profunda transformação. O magma, nossa substância base, advém desta transformação de energia em matéria. Nossos elementos químicos mais básicos provavelmente se formaram compondo conjuntamente nossa substancia original.
A plena e contínua reação física induziu o planeta a liberar gases, que primeiramente serviram de abafadores, levando a formação de nossa crosta terrestre.. É nesse ponto que temos a nossa primeira formação rochosa, a magmática cristalina em conjunto com a magmática metamórfica, que hoje pode ser diretamente associada aos planaltos cristalinos ou às montanhas (dobramentos) antigas que se originaram na era pré-cambriana, a partir da solidificação disforme da crosta terrestre. .
Essas formações rochosas, as rochas cristalinas, apresentam-se sob a forma maciça, e foram consolidadas uniformemente, dando origem a rocha matriz de nossa litosfera (crosta terrestre). É claro que mesmo após essa consolidação superficial, a rocha liquida magmática que ficou interiorizada, manteve suas reações físico-químicas, e constantemente passaram a exercer forças internas de “explosão” (forças epirogênicas), que foram decisivas para a ruptura da crosta em pedaços conhecidos como placas tectônicas.
Foi nesta era pré-cambriana que, seja a partir de rações físico-químicas, seja a partir da entrada de rochas de gelo vindas do universo que nossa atmosfera ficou saturada de umidade, e esta ao se precipitar após uma era de resfriamento deu origem ao rios, lagos, água subterrânea e ao Panthalassa, nosso oceano único que envolvia nosso também único continente o Pangéa.





Enfim, com a epírogenese, e com forças externas gravitacionais, nossa crosta, tão fina quanto uma casca de ovo, logicamente se mantida as proporções, rompeu-se dando origem as tais placas tectônicas. Aliás se quisermos aprofundar neste assunto então
veremos que:

“em termos geológicos uma placa é uma grande massa rochosa,
rígida,
no estado sólido. O termo tectônica vem do grego e significa
formar ou
construir. A junção estes dois termos, isto é, a
tectónica de placas,
refere-se à constituição da
superfície da Terra por placas independentes.”
Portal de Geologia ambiental

Quando então chegamos a esse ponto, assumindo a gênese das rupturas da crosta, temos necessariamente que partir para o entendimento das forças orogênicas. Estas não são nada mais nada menos do que forças internas geradas a partir da parte magmática cremosa do planeta, o Manto, e que segue leis físicas de expansão e retração da matéria, onde segundo a temperatura, o magma sobe ao se expandir (quando quente) e desce ao se retrair (quando mais frio). Tal comportamento do manto gera um fenômeno chamado células de convecção magmáticas que dão origem a epirogênse e à orogênese. A primeira gerada em áreas de subida de magma e a segunda em zonas de subducção (decida de material magmático: Vejamos o exemplo:


Fonte: Material Uno – Demétrio Magnoli – ed. Moderna
No esquema acima aparece as estruturas internas do planeta e as células de convecção que serão melhor entendidas com o esquema a seguir:


Zona de subducção

Fonte: Geografia geral – Eustáquio de Sene – Ed. Scipione

Reparemos que pela lógica, se em um dado lugar as forças epirogênicas ascendentes tentam explodir o planeta, lançando a crosta para o alto, ao mesmo tempo, a atmosfera opõe-se a essa força causando um equilíbrio newtoniano, e por inércia vetorial, surge o deslocamento horizontal da placa conhecido como orogênese. É esta forma que leva ao impacto e separação das placas tectônicas, processo conhecido como “deriva das placas”.


“A teoria da tectônica de placas parte do pressuposto de que a camada mais
superficial da Terra está fragmentada numa dúzia ou mais de grandes e pequenas
placas que se movem relativamente umas às outras, sobre um material viscoso,
mais quente. Por essa razão utiliza-se também, frequentemente, a designação de
teoria da deriva continental.”
Portal de Geologia ambiental


A teoria da deriva das placas data de muito tempo. A ciência geológica, através de seu mais nomeados pesquisadores suspeitavam que os continentes não mantinham uma posição fixa, e que se moviam uns em relação aos outros. Esta idéia foi mencionada inicialmente em 1596, por um cartógrafo holandês, denominado Abraham Ortelius, que apresentou essa idéia no seu trabalho Thesaurus Geographicus, onde ele, pela primeira vez sugeriu que a América estariam se afastando da África e Europa, e a causa disso seriam os terremotos e as marés-cheias, estas que empurrariam os continentes como se fossem barcos.

“os vestígios da ruptura são evidentes, bastando observar um planisfério e
considerar as costas dos três (continentes)”. Ortelius


Essa idéia permaneceu assolando a ciência durante séculos e ressurgiu em 1858 através do geógrafo Antonio Snider-Pellegrini. Que desenhou desenhou dois mapas mostrando como, na sua opinião, a América e a África tinham estado juntas, tendo-se separado posteriormente.

Mapas produzidos por Antonio Snider-Pellegrini em 1858 mostrando a forma como, na sua interpretação, os continentes tinham estado unidos.


Entretanto, foi só em 1912 que a noção de que os continentes se moviam tornou-se teoria científica, conhecida até hoje como Teoria da Deriva Continental Foram dois artigos do meteorologista alemão Alfred Lothar Wegener, que deram a comprovação cientifica para essa teoria pois atribuíram embasamento teórico apresentando evidências geológicas, paleontológicas e geométricas. Vejamos o mapa que foi construído a partir destas conjecturas:




Tal teoria foi manifesta a partir do seguinte ponto de vista:

“Wegener defendia que, há 200 milhões de anos, os continentes estavam reunidos
num único super-continente, a Pangéa (do grego: todas as terras) que, nessa
altura, se começou a fragmentar.
Alexander Du Toit, professor de Geologia na
Johannesburg University, que foi um dos mais ativos defensores das idéias de
Wegener, propôs que a Pangéa se tinha fraturado em duas grandes massas
continentais: a Laurásia, no hemisfério norte, e a Gondwana, no hemisfério sul.
Posteriormente, estes fragmentaram-se em continentes menores, que são os que
existem actualmente.
A teoria de Wegener baseava-se no ajuste, bastante
evidente, entre a costa ocidental de África e a oriental da América do Sul, o
que já tinha sido constatado, três séculos antes, por Abraham Ortelius. Todavia,
Wegener utilizou, também, informações referentes a estruturas geológicas e a
fósseis de plantas e animais encontrados em África e na América do Sul, que
indicavam terem vivido em continuidade geográfica embora, actualmente, estejam
separados pelo Atlântico Sul. Para este cientista, a presença de fósseis
idênticos em ambos os continentes não podia ser explicada por qualquer processo
de locomoção (isto é, seria fisicamente impossível para esses organismos
atravessarem o oceano a nadar, ou transportados pelo vento, ou derivando em
objectos flutuantes). Assim, o facto aludido surgia como a evidência mais
ressaltante de que os continentes sul-atlânticos tinham outrora estado juntos,
tendo-se separado posteriormente com a instalação do oceano Atlântico.
Portal de Geologia ambiental
Enfim, para Wegener, realmente foram
características geológicas continuas (é possível encontrar rochas
correspondentes entre si em continentes diferentes, como África e América,
rochas estas que se complementas e datam da mesma época de formação), alem de
características de espécies animais que estão presentes em continentes
diferentes, e que não poderiam ter migrado para lá se não houvesse ligação
continental. Contudo, o mais impressionante é realmente a sugestão cartográfica
que propõe o movimento das tectônicas.





Fonte: (USGSws, W. Jacquelyne Kious
and Robert I. Tilling)

“Segundo a teoria da deriva continental, o
super-continente Pangea dividiu-se há cerca de 225 - 200 milhões de anos,
tendo-se posteriormente fragmentado até produzir os continentes atualmente
existentes”
Portal de Geologia ambiental

O maior impacto de Wegener foi o causado na comunidade científica da época. Pois quando ele apresentou a sua teoria da deriva continental, a comunidade científica mundial acreditava na estática continental, isto é, acreditava que os continentes ocupavam posições fixas e permanentes.
Obviamente a teoria de Wegener não só não foi bem recebida como se tornou símbolo de deboche, pois ele explicava a deriva das placas mas não o que levava a tal deslocamento.
Foi somente na década de 1960 que ocorreu gradualmente a aceitação da teoria de Wegener. Ao contrário do que tinha acontecido cerca de meio século antes, as medições cientificas até então demonstravam que a crença dele estava correta. Esta constatação seguiu quatro fatores básicos principais:
a) demonstração de que a idade da crosta oceânica é, em geral, bastante mais jovem do que a continental;
b) confirmação de que o campo magnético terrestre teve múltiplas inversões no passado geológico (e que estão registradas nas anomalias magnéticas do fundo oceânico);
c) elaboração da teoria da expansão oceânica envolvendo a criação de nova crosta oceânica nas zona de rifts continentais ou dorsais oceânicas (áreas de separação das placas) e de consumo dessa crosta nas zonas de subducção( área de encontro e trombada de placas, onde sempre as placas mais frágeis acabam engolidas pelas mais fortes. Destes impactos surgem as montanhas modernas do período terciário da era Cenozóica. Os dobramentos modernos, como são comumente conhecidos, são montanhas que lentamente surgiram do amassamento das placas causados com o impacto entre elas. Continuam crescendo até hoje é o caso de montanhas jovens deste tipo (Andes, Rochosas, Himalaia, Atlas, Alpes suíços; Maciço etíope, etc.). Os dobramentos modernos são as cadeias montanhosas mais altas e ponte agudas do planeta, pois ainda estão se formando e por serem jovens não sofreram tanto desgaste erosivo, se encontram em áreas de impacto tectônico.
d) constatação de que a grande maioria dos sismos e da atividade vulcânica está associada às fossas abissais e aos rifts continentais, portanto associadas as áreas de contatos, afastamentos ou impactos tectônicos.


“Com efeito, a teoria da tectônica das placas permite perceber, por exemplo, porque é que os sismos e as erupções vulcânicas se concentram em áreas específicas da Terra, como é que as grandes cadeias montanhosas (como os Himalaia, os Alpes e os Andes) se formaram e porque é que o gradiente geotérmico é mais elevado nuns locais do que noutros.
A elaboração da teoria da tectônica de placas foi uma das maiores revoluções científicas do século XX, a qual fez com que a Terra fosse encarada sob uma perspectiva diferente. Efetivamente, há a consciência, atualmente, que a tectônica de placas, como “motor” principal, direta ou indiretamente, da generalidade dos processos geológicos, influencia de forma determinante o quotidiano do Homem.
A espécie humana beneficia das forças e das conseqüências da tectônica de placas, estando simultaneamente sujeita aos aspectos negativos por ela induzidos. A constituição da maior parte dos jazigos minerais que o Homem explora para utilização no seu dia a dia foi diretamente ou indiretamente condicionada pela tectônica de placas. A própria paisagem, embora diretamente modelada pelos processos de geodinâmica externa, está profundamente influenciada pelos processos relacionados com a tectônica de placas. No entanto, os processos geológicos relacionados com a deriva continental podem, também, ser profundamente prejudiciais para o Homem e as suas atividades. A qualquer momento, quase sem aviso prévio, pode ocorrer um grande sismo ou verificar-se uma erupção vulcânica.”
Portal de Geologia ambiental
Assim podemos dizer que apesar dos seres humanos não poderem controlar a litosfera e/ou os processos tectônicos ao menos o conhecimento sobre eles tem evoluído para garantir que a existência humana do planeta possa se adequar e sobrepujar estas forças.

bibliografia e e - bibliografia

· Portal de Geologia ambiental

· Sene, Eustáquio e Moreira. João Carlos -Geografia Geral e do Brasil - Ed, Scipione

· Magnoli, Demétrio – Material Uno – Ed. Moderna

Resenha de Rodrigo Ferro

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postado às 10:10 por: Paquito


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quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Olá pessoal, finalmente estou de volta!
*
Novos posts aqui e no Blog do Paquito !
Confiram!
*
Estou também dando boas vindas a nossos novos professores DDDs:
*
Débora
Professora de Lingua Portuguesa
Seja bem vinda!
*
Jefferson (Jefão)
Professor de Eletônica e Física
Seja bem vindo!
*
Sonia
Professora de Inglês
Seja bem vinda!
*
Dierder
Professor de História
Seja bem vindo!
*

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postado às 00:01 por: Paquito


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quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Ossétia do Sul, Geórgia e Rússia

O conflito entre Geórgia e Ossétia do Sul começou em 1922, quando Josef Stalin (1879-1953) transformou a região separatista em Região Autônoma da República Socialista Soviética da Geórgia e deu à área a planície adjacente, incluindo Tskhinvali, habitada principalmente por georgianos.
Arte/Folha Online



Em 10 de novembro de 1989, o Congresso de Deputados Populares da região proclamou sua conversão em República Autônoma (dentro da Geórgia), decisão que o Parlamento georgiano declarou inconstitucional. No ano seguinte, em 20 de setembro, os deputados proclamaram a soberania e a criação da República da Ossétia do Sul.
No início dos anos 90, a República proclamou sua independência da Geórgia em um acordo de paz que, contudo, não evitou o país de manter tropas na região. A Rússia, que intermediou acordos de cessar-fogo, tem mantido negociadores de paz na região para garantir
a soberania da Ossétia do Sul.
Escalada
Toda a tensão entre Ossétia do Sul, Rússia e Geórgia ganhou força depois da Revolução Rosa, que levou Mikhail Saakashvili à Presidência da Geórgia, em janeiro de 2004.
Saakashvili, aliado dos Estados Unidos, prometeu reconstruir o país e aproximá-lo do Ocidente, o que irritou a Rússia. Nos últimos anos, o presidente geórgio tem acusado a Rússia de apoiar as regiões para sabotar o seu governo. Moscou nega as alegações. Em 2006, o parlamento da Geórgia acusou a Rússia de tentar anexar as regiões, e Saakashvili chegou a levar a denúncia às Nações Unidas.
Na Geórgia, além dos conflitos com os separatistas, a violência interna tem crescido devido às condições econômicas da região, em declínio desde o colapso da União Soviética em 1991.
Fonte: Folha de São Paulo

12/08/2008 - 12h10
Geórgia anuncia que deixará a Comunidade dos Estados Independentes da Efe, em Tbilisida

O presidente da Geórgia, Mikhail Saakashvili, anunciou nesta terça-feira que seu país está saindo da Comunidade dos Estados Independentes (CEI) --aliança das ex-repúblicas soviéticas, dominada pela Rússia.
O chefe do Estado fez o anúncio durante uma manifestação na capital georgiana, na qual pediu a outros países, entre eles a Ucrânia, que sigam o exemplo de Tbilisi. A CEI reúne a Rússia e outras 11 repúblicas da extinta União Soviética, incluindo a Geórgia, desde 1994.
"A Geórgia é o brilhante mais prezado da coroa do império russo. Se cairmos, haverá problemas para todo o mundo civilizado. Estamos na primeira linha. Depois de nós, cairão a Ucrânia e os países bálticos", disse Saakashvili.
O líder georgiano afirmou ainda que o que está ocorrendo entre a Geórgia e a Rússia é como o que ocorreu "entre Davi e Golias" e acrescentou: "Davi vencerá". "Enquanto estou falando, continua a aniquilação dos meus concidadãos pelos ocupantes russos. Estou em uma situação difícil", disse.
"O que querem os russos em Tskhinvali (capital da Ossétia do Sul)? Arrasaram o lugar. Depois dos mongóis, eles não aprenderam nada. Não têm um grama de civilização. Não querem a liberdade da Geórgia. Querem esmagá-la", afirmou.
"Em Kekhvi e em Tamarasheni (aldeias georgianas na Ossétia do Sul), os russos, por ordem do [primeiro-ministro Vladimir] Putin, estão criando campos de concentração. Estão criando uma nova Srebrenica", denunciou.
O líder georgiano também disse que "Tskhinvali repete a sorte de Grozni (capital tchetchena)".
A crise começou na última quinta-feira (7), quando a Geórgia, aliada próxima de Washington, enviou tropas para retomar a Ossétia do Sul, uma região aliada da Rússia que declarou sua independência em 1992. Moscou, que apóia a secessão do pequeno território, respondeu enviando tropas ao país vizinho.
Saakashvili disse que, em Moscou, afirmam que no Exército georgiano há "americanos e ucranianos". "Digo que não. Em nosso Exército há abkhazes, ossetianos, ucranianos, russos étnicos. Eles defendiam sua pátria", afirmou.
O presidente georgiano disse ainda que as Forças Armadas do país, com "meios primitivos, derrubaram 21 aviões russos e mataram mais de 400 intervencionistas".
Dezenas de milhares de georgianos se reuniram hoje junto à sede do Parlamento da Geórgia. Durante seu discurso, Saakashvili não fez nenhuma menção ao anúncio do presidente russo, Dmitri Medvedev, de colocar fim hoje às ações militares no país. "A luta continua, e a Geórgia e a liberdade vencerão", concluiu o presidente georgiano.
Os manifestantes cantaram o hino nacional georgiano.
Fonte: Folha de São Paulo

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postado às 23:35 por: Paquito


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quinta-feira, 3 de julho de 2008

Oi pessoal desculpem-me pelo sumiço!! Este post é quente!!!


Ingrid Betancourt é libertada

depois de 6 anos com as Farc

BOGOTÁ - O Exército da Colômbia resgatou em segurança a ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt, três americanos e onze militares seqüestrados pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). A notícia foi anunciada no início desta quarta-feira, 2, o ministro da Defesa colombiano, Juan Manuel Santos. Horas depois, em Bogotá, Ingrid deu uma entrevista coletiva e classificou a operação como "um milagre".

Os seqüestrados foram libertados após uma operação de infiltração na guerrilha na Colômbia. De acordo com o ministro, o Exército capturou os guerrilheiros que faziam um cordão de segurança na área de cativeiro dos seqüestrados. Esses rebeldes teriam convencido os demais a entregar os reféns. Ainda segundo as informações oficiais, o exército não precisou disparar nenhum tiro durante a operação. Ingrid Betancourt estava em poder das Farc havia seis anos. ção na guerrilha na Colômbia. De acordo com o ministro, o Exército capturou os guerrilheiros que faziam um cordão de segurança na área de cativeiro dos seqüestrados. Esses rebeldes teriam convencido os demais a entregar os reféns. Ainda segundo as informações oficiais, o exército não precisou disparar nenhum tiro durante a operação. Ingrid Betancourt estava em poder das Farc havia seis anos.


Cronologia do seqüestro de Ingrid Betancourt

Ex-refém franco-colombiana ficou seis anos em poder das Farc na selva colombiana


- 2002: Ingrid Betancourt lança candidatura à presidência da Colômbia

- 23/2/2002: Ingrid Betancourt é seqüestrada pelas Farc. Clara Rojas, sua assessora de campanha, também é levada pela guerrilha

- 26/2/2002: Presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirma que está "fazendo contatos" para conseguir a libertação de Ingrid.

- 24/7/2002: Primeira prova de vida de Ingrid é divulgada. No vídeo, ela culpa o governo do presidente Andrés Pastrana por seu seqüestro e exorta o futuro governo a insistir em uma saída negociada para o conflito armado.

- 7/8/2002: Álvaro Uribe toma posse como presidente da Colômbia.

- 5/5/2003: Tentativa de resgate militar acaba com a morte do governador de Antioquia, Guillermo Gaviria, do ex-ministro da Defesa Gilberto Echeverry e de outros oito militares - todos assassinados pelos rebeldes.

- 9/7/2003: Avião francês pousa em Manaus. Entre tripulantes estariam agentes do serviço secreto francês que participaram da tentativa sigilosa de resgatar Ingrid. A missão não só fracassou, como também arranhou as relações da França com a Colômbia e o Brasil, que não foram informados da missão.

- 29/9/2003: Farc divulgam vídeo no qual Ingrid pede ao governo uma operação militar de resgate.

- 18/8/2004: Uribe oferece libertar 50 rebeldes em troca de igual número de reféns em poder das Farc.

- 2006: Jornalista Jorge Enrique Botero revela em livro que Clara Rojas teve um filho no cativeiro.

- 27/9/2006: Uribe diz aceitar desmilitarizar uma área de 850 quilômetros quadrados no sudoeste do país para negociar um acordo humanitário com as Farc.

- 20/10/2006: Depois de atentado em Bogotá deixar 23 feridos, Uribe desiste de negociar com as Farc e ordena ao Exército que intensifique operações para resgatar reféns.

- 31/12/2006: Ex-ministro Fernando Araujo é o primeiro refém a escapar do cativeiro depois de seis anos seqüestrado.

- 14/1/2007: Ministro da Defesa, Juan Manuel Santos, afirma que Ingrid está "viva e bem."

- 16/5/2007: Policial John Frank Pinchao, refém há nove anos, escapa e revela que Ingrid tentou fugir cinco vezes.

- 4/6/2007: Uribe aceita pedido de presidente francês, Nicolas Sarkozy, e liberta o "chanceler" das Farc, Rodrigo Granda.

- 28/6/2007: Farc anunciam morte de 11 dos 12 deputados estaduais, reféns há cinco anos.

- 15/8/2007: Uribe nomeia a senadora Piedad Córdoba como mediadora.

- 26/8/2007: Farc aceitam Chávez como mediador do acordo humanitário.

- 20/11/2007: Em reunião com Sarkozy, Chávez afirma que Farc prometeram entregar em 40 dias prova de que Ingrid está viva.

- 22/11/2007: Colômbia põe fim à mediação de Chávez, acusando-o de imiscuir-se em assuntos internos.

- 30/11/2007: Bogotá apresenta novas provas de vida de reféns, entre elas de Ingrid.

- 10/1/2008: Farc libertam duas reféns, entre elas Clara Rojas.

- 27/2/2008: Guerrilha liberta mais quatro reféns; um deles, o ex-deputado Luis Eládio Pérez, diz que estado de saúde de Ingrid é crítico.

- 27/3/2008: Defensor público colombiano afirma que Ingrid tem hepatite B e leishmaniose, e foi atendida em posto de saúde no sudoeste do país.

- 30/3/2008: Governo francês disponibiliza avião com equipe médica para atender Ingrid.

- 31/3/2008: Moradores de El Retorno afirmam terem visto Ingrid na zona rural do município no dia 23. Rádio diz que refém precisa de transfusão de sangue com urgência.

- 2/07/2008: Ingrid Betancourt é resgatada com outros 14 reféns.

Fonte: Agência Estado e Associated Press - http://www.estadao.com.br/internacional/not_int199448,0.htm

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postado às 23:14 por: Paquito


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sexta-feira, 13 de junho de 2008

Como vão?

O Marcelo mais uma vez levantou uma questão muito interessante e útil.

“Por favor, poste algumas informações sobre condições de existência de reações de dupla troca de sais...explicando como reconhecer um sal solúvel e um insolúvel no meio aquoso”

Bom as regras não tem jeito, tem que decorar, alguns professores ensinam musiquinhas... se eu quisesse cantar não seria químico.

Regras de solubilidade de sais em água:

  • Os sais dos metais alcalinos e de amônio são solúveis .
  • Os nitratos (NO3-) e os acetatos (CH3-COO-) são solúveis .
  • Os cloretos (Cl-), os brometos (Br-) e os iodetos (I-), em sua maioria, são solúveis .

Principais exceções:PbCl2, AgCl, CuCl e Hg2Cl2 insolúveis

PbBr2, AgBr, CuBr e Hg2Br2 insolúveis

PbI2, AgI, CuI, Hg2I2 e HgI2 insolúveis

  • Os sulfatos (SO42-), em sua maioria, são solúveis na água.

Principais exceções:CaSO4, SrSO4, BaSO4 e PbSO4 insolúveis

  • Os sulfetos (S2-) e hidróxidos (OH-), em sua maioria, são insolúveis na água.

Principais exceções:Sulfetos e hidróxidos dos metais alcalinos e de amônio solúveis

Sulfetos e hidróxidos dos metais alcalino-terrosos solúveis

  • Os carbonatos (CO32-), os fosfatos (PO43-) e os sais dos outros ânions não mencionados anteriormente, em sua maior parte, são insolúveis na água.

Exceções: Os sais dos metais alcalinos e de amônio são solúveis.

Quanto a reação de dupla troca envolvendo sais a idéia é muito simples, só ocorrerá a reação se um dos produtos possíveis de serem formados for insolúve. Mais do que uma regra é uma questão de lógica.
Por exemplo:

Se forem misturados dois sais solúveis em água, os quais formam produtos solúveis teremos:

NaCl(s) + KNO3(S) → Na+(aq) + Cl-(aq) + K+(aq) + NO3-(aq)

O que teremos é uma sopa de íons, não há reação. Porque não se formou nenhum outro composto diferente dos originais, a não ser pela formação dos íons.

Agora, se um dos produtos for insolúvel haverá a troca de íons e a formação de um sal diferente dos originais.

NaCl(s) + AgNO3(s) → Na+(aq) + NO3- (aq) + AgCl(s)

Como o Cloreto de prata é insolúvel uma vez que ele se forma os íons cloreto e prata são retirados da solução e isto ocorrerá enquanto houver esses íons. Está caracterizada uma reação química.


postado às 23:24 por: Emerson Aquino


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domingo, 1 de junho de 2008

Em resposta a pergunta do Marcelo no post anterior:

Quando o átomo central possui orbitais d vazios, pode ocorrer um fenômeno denominado de camada de valência expandida e esses orbitais d passam a ser utilizados. Podemos ter nestes casos, hibidização sp3d e sp3d2. No caso XeF4 a hibridização é do tipo sp3d2, onde temos quatro elétrons desemparelhados para se ligarem a 4 F e dois pares de elétrons sem ligação. Não acredito que no vestibular compliquem tanto assim.

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postado às 11:35 por: Emerson Aquino


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sexta-feira, 30 de maio de 2008

Segue os vídeos dos três tipos de hibridização
O orbital azul e esférico é o orbital s e os orbitais verdes em forma de bastonete são os orbitais p

sp


sp2


sp3

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postado às 13:30 por: Emerson Aquino


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Como vão meus amigos?

Segue algo sobre a tão temida hibridização


Hibridização ou Hibridação


Hibridização sp

Neste tipo de hibridização, utilizando o átomo de Be no BeF2 como exemplo, escrevemos o diagrama de orbitais para a formação de dois orbitais híbridos da seguinte forma:

Da mesma forma que os orbitais p, cada novo orbital formado, tem dois lobos. Porém, diferentemente dos orbitais atômicos p, um dos lobos é muito maior que o outro. Os dois novos orbitais têm a mesma forma, mas os lobos grandes orientam-se em direções opostas. Neste processo, criamos dois orbitais híbridos, formados pela mistura de dois orbitais atômicos. Aqui, hibridizamos um orbital s e um orbital p, desta forma, cada um dos dois orbitais resultantes é chamado orbital híbrido sp. A Figura abaixo mostra a forma destes orbitais:



Hibridização sp2

No nome dado aos orbitais híbridos sp2 (lê-se “sp dois”), os expoentes indicam quantos orbitais de cada tipo foram empregados, neste caso um orbital s e dois orbitais do tipo p.

Note, que um dos orbitais atômicos não foi usado, assim ele permanece inalterado no átomo.

Como podemos imaginar a forma para esses três orbitais. A figura abaixo apresenta como ficou o diagrama de orbitais além da representação espacial dos mesmos:

Verifica-se que este tipo de hibridização gera uma geometria trigonal planar, onde cada um dos ligantes irá interagir frontalmente com cada um dos orbitais sp2 formados. Desta forma uma possível representação para a molécula de BF3 é mostrada a seguir:

Equivalentemente podemos ter uma outra hibridização, na qual combina-se um orbital s e três orbitais p, gerando um total de quatro orbitais híbridos, conhecidos por sp3 (“sp três”).

C\quad   \frac{\uparrow\downarrow}{1s}\;   \frac{\uparrow\downarrow}{2s}\;   \frac{\uparrow\,}{2p_x}\;   \frac{\uparrow\,}{2p_y}\;   \frac{\,\,}{2p_z} Não Hibridizado


C^{*}\quad   \frac{\uparrow\downarrow}{1s}\;   \frac{\uparrow\,}{2s}\;   \frac{\uparrow\,}{2p_x}\;   \frac{\uparrow\,}{2p_y}\;   \frac{\uparrow\,}{2p_z} Hibridizado

Esta hibridização leva, sempre a uma geometria conhecida por geometria tetraédrica, assim qualquer molécula que tiver essa geometria é porque têm uma hibridização sp3, da mesma forma que qualquer molécula que tiver hibridização sp3 terá, necessariamente, geometria tetraédrica. Um exemplo de molécula com essa geometria é o metano (CH4). A figura abaixo mostra o diagrama de orbitais do carbono isolado, após a hibridização, e a representação espacial da molécula:

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postado às 11:02 por: Emerson Aquino


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